Cansados e fascinados, assim estavam os nossos 30 jovens exploradores, quando regressavam da sua emocionante aventura no Museu Nacional de História Natural.
Divididos em dois grupos em duas expedições distintas, a 30 de Janeiro e 6 de Fevereiro, eles partiram dispostos a enfrentar a surpresa que seria o passar uma noite num dos mais emblemáticos Museus da cidade de Lisboa.
A viagem, curta, lá se iniciou com uma despida dos pais e a agitação da ansiedade, a condizer com a aventura, que a Coordenadora Isabel Marques ia controlando com jogos e advinhas.
Chegados ao local da expedição, foram recebidos pelos cientistas locais e tendo sido encaminhados para uma sala para receberem o “briefing” (a sessão informativa) relativo à noite de Expedição que os aguardava: As actividades que tinham pela frente, os locais que iriam percorrer, os cuidados que deveriam ter.
Após estas apresentações os nossos jovens exploradores foram ao local do acampamento deixar as suas bagagens e montar as suas tendas de campanha.
Acabada esta divertida operação de montagem do acampamento, voltaram à sala de reuniões para criarem os Cadernos de Campo que serviu para os “exploradores” tomarem as suas notas sobre a escavação que se seguiria.

Primeiro desafio: A Escavação
Preparados e armados com os utensílios necessários eis que chegou o momento de partir para a primeira fase da expedição: Uma escavação arqueológica.
O local era constituído por um tanque de areia, as áreas de escavação delimitadas por fios, onde no interior se “suspeitava” a existência de achados paleontológicos. Aos nossos exploradores foi-lhes recordado os procedimentos, extremamente cuidadosos, que deveriam ter para não destruir nenhum achado que por lá se previa encontrar.
Assim sendo, muito cumpridores e com muita minúcia lá foram escavando e varrendo as areias.
Até que para surpresa de todos (ou talvez não), eis que começam a ser retirados os primeiros achados: Ossos de dinossáurio.
Como mandam as regras o achado foi catalogado, desenhado no Caderno de Campo e verificada a sua proveniência (a que espécie pertence) e qual a posição no esqueleto do espécime em causa. A cada achado os procedimentos repetiam-se e todos assistiam de forma interessada às explicações dos cientistas do museu.
Depois desta experiência no mundo da arqueologia os nossos exploradores passaram à grande aventura da noite. |